Resultados encontrados: ARTIGOS

1.º MATADOURO MUNICIPAL: MÁ HIGIENE NOS PRIMEIROS MESES DE ATIVIDADE

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TEXTO: JORNAL O TRABALHO (1908) O Exm.º Sr. Dr. Presidente da Camara Municipal deste Municipio¹, quando sancionou a lei creando o Matadouro Municipal, teve em vista prestar a população desta Cidade um serviço de grande monta, e a sua idéa foi acolhida com applausos geraes. O seu regulamento² elaborado com elevada competencia, não tem sido, […]

25 ANOS DO GRUPO ESCOLAR MARCOLINO DE BARROS

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TEXTO: ANTÔNIO DE MENDONÇA PINHEIRO Acontecimento de importancia é o que marcará a passagem do dia 4 de junho de 1.942, com a comemoração do vigésimo quinto aniversario do Grupo Escolar “Marcolino de Barros”. Grata é a todos os conterrâneos, reconhecidos à divida sagrada que contrairam pela instrução lá recebida, onde se lhes abriu a […]

A DEBULHA − UM ANO DEPOIS

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TEXTO: DIRCEU DEOCLECIANO PACHECO (1981) Decorrido um ano desde o lançamento de nossa revista, creio ser este um momento de séria reflexão. Inúmeros foram os problemas e as dificuldades encontrados e superados e por isto, devemos primeiro agradecer a Deus, que nos proporcionou meios para transpor barreiras e para cumprir nossa meta. Conseguimos no decorrer […]

À MEMÓRIA DE JOAQUIM VAQUEIRO

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TEXTO: ITAGYBA AUGUSTO DA SILVA (1925) No dia 18 de agosto vindouro, vae fazer um anno que, no Municipio de Patos, desappareceu, para sempre, do numero dos vivos, um typo perfeito, raro, excepcional mesmo, do homem honrado, digno e bom. – Sabem os leitores, a quem me refiro? – Sim, eu me refiro ao nobre […]

À PORTA DE UM HOTEL EM 1942

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TEXTO: JORNAL FOLHA DE PATOS (1942) Quem viaja muito vê, e tem sempre muito que contar. Os usos e costumes, as variedades de tipos humanos, os panoramas, os aspectos, as cousas diferentes deixam sempre traços na memoria e, ás vezes recordações de sabor agradavel. Assim, as minhas viagens pelas bandas do oeste de Minas, em […]

ABUSOS DA POLÍCIA EM 1926

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TEXTO: JORNAL DE PATOS (1926) De um mez a esta parte, quasi que diariamente nos chega a noticia de uma tropelia praticada pela força publica, sem que, ao que se saiba, seja tomada uma providencia energica contra semelhante estado de cousas. Faz um mez, no maximo, que nos informaram que alguns moços desta cidade, quando […]

ACHINCALHE AO DR. JACQUES CORRÊA DA COSTA EM 1955

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TEXTO: JORNAL CORREIO DE PATOS (1955) A gente fica enojado. E, de certo modo, com pena. Realmente. O ANONIMATO, “MÁSCARA DO COVARDE”, provoca náuseas, reflete carência, faz-nos descer do Homem. É incrível, o que se sucede em Patos. Boletins anônimos pululam aqui. Retalha-se a dignidade, a honradez de qualquer cidadão. Pouco importa sua posição política, […]

ADEUS A JUCA DA ANGÉLICA

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TEXTO: MARIALDA COURY (2016) Cala-se o poeta! Juca da Angélica nos deixou no dia 24 de setembro, depois de ter ficado doente alguns meses ao lado de seus filhos e netos, que o acompanharam no leito, já bem debilitado. Visitei-o faz alguns dias. Ainda me reconheceu e recitou alguns versos, já com a voz fraca. […]

AFINAL, A PREFEITURA VENDEU OU NÃO VENDEU O CAMPO DO TUPI?

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TEXTO: MURILO CORREIA DA COSTA (1976) Afinal, a Prefeitura vendeu ou não vendeu o campo do Tupi? Bem, a Lei Municipal nº 1.518/76, promulgada a 22/09/76 pelo Sr. Prefeito autoriza a Prefeitura a alienar à Empresa Centrais Elétricas de Minas Gerais S/A exatamente o campo do Tupi. Ora, em nota oficial publicada pelo “Correio de […]

ÁGUA, PONTE E CADEIA: NECESSIDADES EM 1911

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TEXTO: JORNAL O COMMERCIO (1911) Não é sem razão que temos dito que a nossa Cidade está completamente abandonada, parecendo até que seu nome já foi riscado do mapa do glorioso Estado de Minas. A nossa voz, embóra fraca, tem se levantado sempre em pról do engrandecimento d’este pedaço querido de nossa Patria, sem até […]

ALARGANDO RUAS E MENTALIDADES

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TEXTO: OSWALDO AMORIM Estou certo de que todos os patenses querem vias amplas, como as legadas por nossos antepassados, e não ruas mofinas, impingidas muito depois pelos especuladores imobiliários, com a indesculpável complacência da administração pública e contrariando o espírito original da cidade. Outro dia falei sobre o recurso do recuo dos alinhamentos para se […]

ALEGRIA, O OUTRO NOME DE PATOS

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TEXTO: OSWALDO AMORIM (1997) Como tantas outras cidades, Patos de Minas nasceu nas trilhas dos tropeiros, esses indômitos caminheiros que completaram a obra desbravadora dos bandeirantes. O pouso à beira de uma lagoa cheia de patos selvagens – origem de nosso nome – foi a semente de um vilarejo, embrião de uma cidade que só […]