Resultados encontrados: LENDAS

CANHAMBORA

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Em 08 de outubro de 2016, a curiosidade me fez registrar fotograficamente o lado de baixo da antiga ponte do Rio Paranaíba¹, que historicamente é a terceira construção naquele mesmo local². Enquanto eu apreciava a triste degradação do outrora portentoso curso d’água, um negro aparentando setenta e poucos anos passou por mim montado em uma […]

CAPETA DA CABECEIRA DO AREADO, O

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Nos idos tempos viveu um rico fazendeiro nas bandas da Cabeceira do Areado, Distrito de Chumbo. Duas características moldavam sua personalidade: ostentação e religiosidade. Frequentador assíduo da Igreja de Nossa Senhora das Dores, na Sede do Distrito, sua fala mais famosa era Quem tem Deus e Nossa Senhora das Dores no coração não acredita em […]

COLIBRI MENSAGEIRO, O

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No mês de setembro de 2013 ocorreu um caso misterioso no Bairro Jardim América. As pessoas que o presenciaram estão impressionadas com a atitude de um colibri frequentador assíduo de uma mercearia de frutas, verduras e legumes localizada no citado bairro. No alto de uma das portas de aço daquele estabelecimento comercial, a senhorinha viúva, […]

CRAVO E A JANELA, O

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Naquela primavera havia muita rosa florindo nos canteiros da Avenida Benedito Valadares¹, e também outras flores se abriam cândidas, perfumadas, enfeitando os jardins da pequena Patos. Repetindo o gesto eternamente ridículo de uma alma enamorada, ele colheu um lindo cravo, em botão, e, como símbolo de seu grande amor, foi levá-lo à mulher de seus […]

FOLHA MISTERIOSA, A

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Meados da década de 1950 no povoado de Capelinha do Chumbo. Enquanto muitas outras coisas aconteciam pelo país e pelo mundo afora, as horas avançadas da noite seguiam a Lua e as estrelas encobertas por nuvens carregadas. A chuva fina e constante, com períodos de pancadas fortes, caia teimosamente há três dias. A Serra da […]

GAMELEIRA VINGATIVA, A

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A gameleira (Fícus doliaria) é uma árvore de grande porte, podendo chegar a 20 metros de altura e 2 metros de diâmetro. Costuma nascer sobre outra árvore, que acaba matando-a sufocada. No entanto dá vida à floresta, pois fornece alimento e abrigo para diversos animais que espalham as sementes quando se alimentam de seus frutos, […]

LOBISOMEM DE PRATA DOS NETOS, O

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Nos tempos em que o município de Presidente Olegário era distrito de Patos de Minas e se chamava Santa Rita de Patos¹, ocorreu um fenômeno estranho na localidade de Prata dos Netos, mais precisamente na Fazenda dos Peixes, de propriedade do Sr. Ilídio Baltazar de Araújo. O Sr. Ilídio (55), selador de profissão, apesar de […]

MOÇA MISTERIOSA DE SANTANA DE PATOS, A

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Luzia Silva¹, com 78 anos de idade, conta que, ainda criança, numa sexta-feira da paixão foi visitar, com a mãe, o Monte Calvário, montado na Igreja Matriz. E foram acompanhadas de duas outras crianças. A mãe, ao ajoelhar para fazer a sua oração, ao mesmo tempo em que as crianças, ouviu um barulho estranho, parecendo […]

MULHER DE SETE METROS, A

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Até o ano de 1911 o segundo cemitério de Patos de Minas funcionou onde se localiza hoje o Fórum Olympio Borges. Naquela de mexer nas ossadas e transferi-las para o novo local, parece que teve alguma alma que se sentiu ultrajada em seu sossego e não se conformou com a mudança de endereço. Talvez já […]

MULHER DE TRÊS METROS, A

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Patos de Minas tem poucas lendas registradas. A mais conhecida delas é A Mulher de Sete Metros, publicada por este site baseado no que os historiadores escreveram. Entretanto, durante o mês de agosto de 1945, o jornal Folha de Patos publicou três textos em sequência que contam a história de uma mulher misteriosa e apavorante […]

NOSSA SENHORA DA BEIRA DO AREADO

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Década de 1950 no povoado de Capelinha do Chumbo (hoje Distrito de Major Porto). Num começo de noite de céu encoberto, trovões e coriscos relampejantes cortavam o céu anunciando chuva forte após o mormaço sufocante da tarde.  O vento açoitava os pastos, assustava o gado sendo reunido e fazia a cachorrada latir para as estrelas […]

PORTEIRA ASSOMBRADA, A

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O povoado Capelinha do Chumbo foi elevado a distrito através da lei estadual 2.764, de 30 de dezembro de 1962, e solenemente instalado em 16 de agosto de 1964, quando passou a se chamar Major Porto, por sugestão de Zama Maciel, numa homenagem ao Major Augusto Porto. Há pelo menos duas versões sobre a origem […]