VINA PORTO E O MOVIMENTO FESTINVITA

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DSC02479 - CópiaO Movimento Festinvita nasceu em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 1991, por ocasião do Congresso Internacional do Poder da Mente que lá se realizava. Seu criador foi o padre Lauro Trevisan, jornalista graduado em Filosofia e com cursos de Psicologia, Teologia, Para-psicologia, Controle da Mente, Análise Transacional, Eficácia Gerencial, Treinamento Empresarial e Psicotrônica.

Após participação ativa em várias jornadas do Poder da Mente, Valdemira Ferreira Porto de Matos, ou mais simplesmente Vina Porto, achou por bem convidar algumas amigas, as “meninas da Vina”, para que juntas pudessem organizar em Patos de Minas o “Movimento Festinvita”, que tem como objetivo principal combater a depressão e o estresse e por isso adota como lema a frase incentivadora “Vamos esquecer o passado negativo, olhar o lado bom das coisas, fazer da vida uma festa”.

Natural do distrito de Santa Maria, município de Patos de Minas, filha de João Porto Filho e Rita Ferreira Porto, Vina Porto casou-se com Sebastião de Matos, já falecido, e é mãe de Brenda, Bráulio, Beatriz, Brício, Blanche, Betânia e Bertoni, sete filhos que embelezaram de forma absoluta uma união harmônica e exemplar, que se tornou mais completa com as netas Maira, Ananda e Naína. Sebastião de Matos, o Tião de Matos, foi além do esposo o grande incentivador para a formação do grupo, não medindo esforços para que sua organização fosse realmente efetivada. Para isso ele cedeu um apartamento localizado na rua Major Gote, n.º 1401, 2.º andar, telefone 821.0892, onde as participantes do Movimento reúnem-se agora regularmente e com grande alegria, colocando a amizade em primeiro plano e proibindo manifestações tristonhas ou comentários que possam constranger qualquer das presentes.

Em 1993, quando da realização do III Congresso Internacional do Poder da mente, aconteceu a eleição da 1.ª Rainha Festinvita. Uma grande caravana formada por 50 pessoas acompanhou Vina Porto ao encontro internacional, animando a disputa entre as candidatas inscritas, que representavam o Brasil e vários outros países. Após entusiasmada campanha promovida pelos simpatizantes das diversas candidaturas, que contou até com comício, Vina Porto foi declarada vencedora e empossada como Rainha do Movimento.

O Movimento Festinvita conta com 175 integrantes em seu grupo de Patos de Minas, vários deles residindo em outras cidades, como Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá e Tiros, que participam de diversas atividades culturais, recreativas e esportivas, entre as quais estão incluídas a dança, ginástica, exposições, teatro, artesanato, festas, aulas de pintura e excursões. Viagens já foram realizadas por quase todo o Brasil, desde o Rio Grande do Sul até o Ceará, incluindo o pantanal mato-grossense, mas passeios também são realizados nas fazendas ao redor de Patos de Minas, onde sempre acontecem alegres recepções, almoços deliciosos e animados forrós.

As aulas de ginástica são ministradas pela professora Beatriz Paciana Porto Matos na Academia Bia Energia. Na parte social, em todo segundo sábado de cada mês é realizada uma “hora dançante” nos salões da Sociedade Recreativa Patense, que prestimosamente colocou suas dependências à disposição do Movimento. Como bem diz Vina Porto, “a dança faz bem ao corpo e ao espírito. Vamos entrar com o pé direito, sorrindo, no 3.º milênio! Estamos felizes!”

“Festinvita é esperança de um novo mundo. Festinvita vencerá a Copa Mundial da vida e ganhará a medalha de ouro nas Olimpíadas do amor (Lauro Trevisan)”.

Vina Porto, é um exemplo dignificante de dedicação ao trabalho otimista de levar a cada uma das integrantes de seu grupo o reforço necessário para uma mentalização correta e acertada, através de leituras positivas, fitas sonoras ou vídeo cassete, ou então na música, cursos e encontros diários. A Casa da Cultura de Patos de Minas presta em sua coluna mais uma homenagem especial, agora a “uma grande mulher”. Pelo seu otimismo, pela sua garra e principalmente pelo seu amor às pessoas. Vina Porto, a eterna Rainha Festinvita, é Gente da gente.

* Fonte: Texto de Marialda Coury publicado na coluna Gente da Gente da edição n.º 07 de 01 de agosto de 1996 do jornal O Tablóide, do arquivo de Fernando Kitzinger Dannemann.

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