BECO SEM NOME NO CRISTO REDENTOR

Postado por e arquivado em 2016, DÉCADA DE 2010, FOTOS.

Quanto ao contínuo crescimento geográfico da cidade desde os primórdios, as referências apontam para o fato de que, entre as ruas principais, abertas pelo poder público ou mesmo por particulares, restavam terrenos vagos, sem proprietário aparente, os quais iam sendo, paulatinamente, ocupados e apropriados pela população. Parece, pois, que os becos, travessas ou ruelas se originaram de uma ocupação “espontânea” ou “orgânica”, iniciativas que são fora da norma ou da regra.

Foi assim, com o crescimento gradativo da cidade fora da norma ou da regra, que se formou este beco sem denominação na Rua Minas Gerais entre Mato Grosso e Ceará, no Bairro Cristo Redentor. Atrás da residência no final do curto beco está a Rua Carmo do Paranaíba, que faz a divisa com o Bairro Santa Luzia, e adiante, o Rio Paranaíba.

0* Texto e foto (27/02/2016): Eitel Teixeira Dannemann.

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