PESCARIA NO QUEBRA-RABO EM 1965 – 3

Postado por e arquivado em DÉCADA DE 1960, FOTOS.

De acordo com os entendidos no assunto, ribeirão é um curso de água maior que um riacho ou córrego e menor que um rio. O então glorioso Ribeirão Quebra-Rabo, após as intempéries da natureza provocadas por mãos humanas, hoje pode ser considerado, quando muito, um córrego, e olha lá! Nos idos tempos, quando ainda era ribeirão, proporcionou muita emoção aos pescadores que procuravam unicamente o prazer do lazer rural em busca do famoso Mandi-Açú que reinava em suas águas. E tinha também, demais da conta, o praticamente extinto Sete Léguas, que, apesar do nome pomposo, nada mais é que um pequeno bagre esticado de quando muito 30 centímetros de comprimento. Eis que, entre inúmeros que frequentaram o Ribeirão Quebra-Rabo, foi registrada a presença, num mês jamais esquecido do ano de 1965, de, da esquerda para a direita, o menino Eitel Teixeira Dannemann, o sorridente José Guimarães Coimbra (Zé Baio), Marlindo Gonçalves Guimarães atrapalhando o Manoel Caixeta de Mendonça (Manezinho) na lavagem dos peixes e um peão da fazenda. Na oportunidade registrada no calendário da vida, a frigideira entrega que a pesca não foi nada farta. A propósito, ainda não se sabe, oficialmente, a origem do nome do ribeirão.

* Texto: Eitel Teixeira Dannemann.

* Foto: Fernando Kitzinger Dannemann, do arquivo de Eitel Teixeira Dannemann.

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